sexta-feira, 3 de junho de 2011

Naturalíssima e antiquada

A natureza. Sim ela!. Hoje acordei com vontade de filosofar. Mas enfim, eu não sei o por quê disto, mas os animais possuem uma grande empatia comigo. Quando estão quietos eu piso neles (sem querer, obviamente), e quando estão se movendo, ou estão correndo atrás das minhas pernas, ou mordendo elas. Sim tenho uma grande cicatriz traumática na coxa esquerda. Foi um episódio digno de esquecimento, não entrarei em detalhes.
Eu tento salvar os gatos eles me arranham, eu tenho libertar os pássaros, eles grudam nos meus cabelos. Até que um dia resolvi lidar com as plantas...
Não foi lá a mudança que eu esperava, pois eu tive que carpir o quintal junto de mamãe, e estes são outros episódios em que não entrarei em detalhes. Se eu rego as plantas afogo elas, não tenho mão para podar nada, não tenho coragem nem de arrancar as folhas que já estão apodrecidas. Por mim tudo bem, mas eu gostaria de possuir o dom do contato direto com a natureza. Seria legal eu acordar um dia e ter uma linda flor na minha janela. Mas eu não desisto, sou muito persistente! Só não gosto de mosquitos, borboletas, lagartas, e todos os outros bichos que possuem dentição afiada.



(Nesta foto, em janeiro de 2011, eu estava acampando com a família. Dias que me recordarei para sempre, pois até hoje as marcas das picadas estão nos braços e pernas. Mas tudo bem, eu pesquei e bibibi!)


*Para minha amiga Geany e o meu quase ex-gordo Matheus a quem eu tanto amo, que tanto me influenciaram nesta postagem.*