terça-feira, 10 de janeiro de 2012

Maurício de Souza, quer ser meu pai?



Era o que eu pedia pra Deus quando criança, inocentemente. Sem entender bem o significado do que eu estava pedindo. Eu aprendia gradativamente a reconhecer as letras e palavras, juntá-las em frases e assim formando textos e historinhas. Foi com a ajuda (aposto que milhões de crianças também aprenderam assim) dessas histórias que aprendi a ler e escrever. Até mesmo a formar meu senso de humor, crítico, até mesmo grandes valores morais. Quem não aprende com a Turma da Mônica?


Minha vó sempre comprava aos baldes os novos lançamentos, agora acho que ela pensa que nós crescemos demais pra ler esse tipo de coisa, mal sabe ela que leio diretamente do site... Enfim, eu ainda consigo morrer de rir das histórias sem noção, onde tudo é possível, pedras falarem e tudo o que a mente humana desejar. Maurício de Souza é e sempre será formador de conceitos, pelo  mundo todo. Esse cara é o cara!



Eu achava tão natural tudo o que acontecia nos quadrinhos, não via absurdos, hoje lendo vejo que o que havia lá era tão maluco que já se tornou normal pra mim. Sinto saudades às vezes. Minha realização de infância foi ver a turminha crescendo junto comigo, quando apareceu a Turma da Mônica Jovem eu quase tive um infarto do miocárdio. Maurício, obrigada!