sábado, 28 de julho de 2012

A proclamação de um país falido




Esse país desde tempos remotos vêm sendo dominado pelas elites e por quem possui poder e dinheiro. O Brasil que não possui uma história verdadeira desde o descobrimento, até a declaração de sua “independência”, abolição da escravatura e proclamação da República são anos e anos de história contada de geração em geração e floreadas para garantir a imagem do país.
A proclamação da República no Brasil se deveu de duas forças que eram mais atuantes no país, na época: o ponto de vista social e o ideológico, que eram defendidos, um pela elite brasileira, grandes fazendeiros e coronéis que defendiam uma República menos centralizada com a força direcionada às províncias, e outro pelos militares que defendiam a centralização total do país.
Em 1889, sob o comando do Marechal Deodoro da Fonseca os militares se revoltaram exigindo que Dom Pedro II fosse deposto e os ideais republicanos passassem a vigorar no país. Tendo assim feito, Marechal Deodoro da Fonseca é tido como o primeiro presidente do Brasil.
Em 1891, a primeira Constituição Brasileira Republicana foi decretada, essa que vigorou durante toda a Primeira República, inspirada na constituição dos EUA, seguiu o modelo instaurando a divisão dos três poderes: executivo, legislativo e judiciário. Com isso o país foi dividido em “estados” fortificando as províncias e beneficiando as elites. Com a Constituição também vieram as eleições dos presidentes e os representantes pelo voto do “povo”, basicamente, quem detinha terras e dinheiro poderia votar caso contrário... E também o tempo de mandato de quatro anos com direito à reeleição. O primeiro presidente eleito pelo voto popular foi Prudente de Moraes que reafirmou a ascensão das oligarquias nacionais das elites.  Vários fatos foram acontecendo após a proclamação, tais como a Guerra de Canudos no norte da Bahia, crescimento da indústria do café e da borracha, a afirmação do coronelismo e a guerra entre as elites de cada estado etc.
É importante conhecer a história do país em que vivemos, para que possamos entender o contexto que vivenciamos e tentar usar essa ferramenta (que é o conhecimento) a nosso favor, para tentar mudar ou ao menos cooperar com o progresso que é tão falho hoje em dia.