domingo, 14 de outubro de 2012

[...] E ele em toda sua simplicidade e elevação de espírito. Toda sua inocência, ajeitou seu terno, apoderou-se de seu guarda-chuva, endireitou-se pelo caminho e pô-se a andar, ignorando qualquer que fosse o obstáculo, sempre observando as árvores em volta e as plantas rasteiras também. Sem restrições ou medo algum, sem nem ao menos pensar se aquilo fizesse algum sentido real, palpável... Ele andou sobre as águas do rio, que ficava bem defronte ao casarão bem cuidado. Virou-se uma última vez no rumo do túmulo, olhou com seus olhos antigos, mas de criança que observa, e aceita sem questionar. E tornou a andar. [...]