quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013

Essa coisa simples que a vida dá de vez em sempre

Tem uma coisa que é encantadora no mundo, mas poucos aproveitam verdadeiramente. Na realidade, é pouco valorizada e tem sido cada dia mais danificada... Sim, é a nossa mãe natureza. Essa que nos protege, nos integra com o meio, nos faz viver e embeleza nosso mundo cinza. Não há coisa mais incrível que uma flor desabrochando, ou a chuva caindo na terra ou na grama recém cortada e vem aquele cheiro gostoso no nosso nariz, ou o pôr e o nascer do nosso astro-rei,  o balançar das árvores com aquele vento que precede uma tempestade, as cores que o céu fica de tempos em tempos, o cheiro da primavera... Coisas que poucas vezes paramos para apreciar.
Eu espero, quando eu for gente grande, não perca essa vontade de sempre estar no meio. No meio ambiente. No meio do meio ambiente. É... espero sempre gostar de por minhas mãos na terra e sentir minhas energias negativas indo embora, e ter tempo de regar alguns vasos e tirar fotos das rosas mais lindas do jardim. É incrível o poder que a natureza tem, tão simples, mas tão valiosa, tão devastadora. Quando estou em um jardim, me sinto em casa. Veja um pouco da natureza que nos envolve aqui:

Amor especial por orquídeas...
O Neguim, o gato da Isadora...
O pé da roseira sendo aguado
Quase em frente à minha humilde morada
Rosas

Não sobrou quase nada dessa árvore, por causa da tempestade
de raios que acabou de acontecer 
A "Rua do Limoeiro", e eu sou a Mônica...
pra quem entende dessas coisas

Nossa colheita, limão e acerola (o pé de acerola não existe mais, adoeceu e teve de ser arrancado)







Pequena melancia descoberta há poucas semanas, na calçada de casa... Infelizmente teve que ser retirada daí, pois oferecia alguns riscos para os pedestres. 


Pra quem não conhece... Esse é o falecido (ou sumido) Zoinho, não preciso explicar o porquê do nome, né?
Belíssimos lírios do nosso jardim!
Um genuíno "amarelinho"... Foto antiga. 

Esse gato foi especial pra mim. Eu o chamava de Dibs, pois quando ele apareceu aqui em casa, eu estava deitada na rede lendo o livro "Dibs, em busca de si mesmo". Ele é o pai da Whitney. E ali atrás, é o antigo fusca da mamãe, mas ele não fazia parte da natureza.
Pra quem não conhece essa figura também, esse é o Roger Rabbit, que na realidade era a Cristal. Coelhinho que cuidamos por alguns dias, ele era de uma criancinha, vizinha nossa, e tinha fugido.
Essa foi a nossa pequena Zé, que faleceu dramaticamente de parvo-virose, foi o último cachorrinho que tivemos.
Ai, até me dói o coração, o pequenino era o Gato, quando ele cresceu ficou meio pinel da cuca, achava que era fêmea, cuidava das crias... E deitada, era a rainha da casa, a Potira, que morreu ano passado após uma operação de castração. Essa gata foi a que mais marcou nossa vida, Tem várias histórias que envolvem ela, inclusive, ela é a mãe da Whitney.
Essa gata azeda é a atual princesa da casa. Filha do Dibs e da Potira. Gorda linda. Whitney Houston Baptista.
Este é o Lord Sagui Baptist, um senhor distinto que habita nosso lar.
Pequenina Gertrudes Donatella Baptista, novo neném da casa.
Gangue, reis da cocada preta, mariconas, folgados, lindos, gatos, divos, nhai.
Esse babaca é o chato do Breno, parece fofo... mas não faça carinhos nele, ele é do mau. 
Nosso ilustre visitante temporário, o amado e aclamado Sir Edgar Allan Poe Baptista. Ele me salva se muitos insetos horrorosos!!!!
Dona Leta, quem fotografou foi a Gê. Essa brabuleta linda deu o ar de sua graça em uma tarde de domingo. Eu tenho medo, mas não deixo de achar a coisa mais linda desse mundo!