quarta-feira, 30 de outubro de 2013

Pra não dizer que não falei dos desenhos

Ou das flores, sei lá. Sei que ando bastante relapsa com o blog, já fui melhor nisso. De fato desde que entrei na faculdade o ritmo diminuiu, mas a produção artística aumentou consideravelmente, podem acreditar (eu juro solenemente atualizar meus progressos artísticos durantes as minhas férias, que começam daqui 1 mês - assim espero). Tenho treinado muito, muito e muito. Não somente pela faculdade, mas pela minha própria insistência em aprimorar a qualidade dos meus trabalhos. Sempre fui tão amadora e ao me deparar com gente da minha idade trabalhando já com o seu próprio trabalho artístico, vejo que sou nova no ramo, ou não (mesmo desenhando desde que peguei em um lápis pela primeira vez), hoje busco o amadurecimento que somente a reclusão e o estudo podem me dar.
Por que reclusão? Você eu não sei, mas eu penso muito melhor quando estou longe da internet, quando estou sozinha. E sempre é nesse momento que tenho explosões criativas e quando mais necessito paz e quietude (pra que dentro de meu próprio ser haja equilíbrio e harmonia e eu possa por isso pra fora em forma de arte). Se estou dramatizando o meu processo criativo eu não sei, mas eu tenho visto os meus resultados e tem sido bem aceito pelas pessoas que me rodeiam, logo irei me expor ao mundo virtual.

Enquanto isso deixo uma das minhas maiores inspirações pra vocês conhecerem: Vovó. Essa mulher, que não tem nada de senil, até hoje me proporciona histórias incríveis que às vezes duvido não serem realmente verdade. Ela é maravilhosa e compartilho com vocês.
Vejo em outros blogs as pessoas postando sobre suas influências artísticas e acadêmicas e inspirações, e é tudo tão conciso e hermético (exatamente isso, fora de sentido, não dá pra compreender de onde sai). A minha é tão simples quanto a fórmula da água. Dona Arlete, te nomeio minha eterna inspiração.