terça-feira, 3 de dezembro de 2013

Chamando por eles

Tenham o poder de ignorar a data nas fotos, por gentileza.
 "Ele persegue. Corre e grita ao mesmo tempo, o fôlego nunca termina. Vai de encontro às luzes, a lua olha admirada, mas não pergunta nada. O desconhecido nunca pode profetizar nada para ele, pois ele não pertence ao destino e o destino não pertence a ele, nem alma. Alma não tinha. Gritos, calafrio."


Continuando esse desenho que comecei há alguns meses. Vamos ver até onde pode chegar minha imaginação hoje.